Pacote de Expansão – 08/12/2018

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O Pacote de Expansão dessa semana traz livros, RPGs, projetos no Catarse e Pokémon no McDonalds!

*Todas as reportagens abaixo são de responsabilidade de seus produtores.*

Depois de seis anos de produção, primeiro livro da série Benjamin Ross é lançado com autoria compartilhada

Foram seis anos de trabalho até concluir as mais de 800 páginas de uma história que traz um novo olhar ao eterno embate entre Luz e Sombras. Escrito por Kalil & Basker, o livro de ficção Benjamin Ross e o Bracelete de Tonåring tem na trama espíritos, alquimia, mistério e muita fantasia. Primeiro livro da saga que deve contar ainda com outros quatro volumes, a história se passa em uma vila da Inglaterra nos anos 1980 e traz os personagens da família Ross (Richard, Jasper e sua esposa Emily), as misteriosas Arianna King e Elizabeth Tate, espíritos Aliados vindos de colônias distantes, que se reúnem na batalha final “quando alguns segredos da Profecia, ponto-chave da trama, virão à tona”, revelam os autores.

Sobre os autores

Nuria Basker

Pseudônimo de Adriana Calabró, jornalista, escritora e roteirista premiada nas áreas de comunicação (Best of Bates International, Festival de NY, Clube de Criação) e literatura (Selo Puc/Unesco Melhores livros de 2017, ProAc – bolsa de literatura, Prêmio Off-Flip – finalista, Prêmio João de Barro – 1º lugar, Prêmio Livre Opinião – finalista e Prêmio Paulo Leminski – finalista e Salão de Humor de Piracicaba – finalista). Idealizou e atua como facilitadora da Oficina de Escrita Criativa Palavra Criada. www.palavracriada.com.br @palavra-criada

José Eduardo Kalil

Também conhecido como ZEK, é administrador de empresas, cantor e escritor. Embora já use as palavras para compor suas músicas, Benjamin Ross e o Bracelete de Tonåring é seu primeiro projeto de romance literário. @zek_sounds

A parceria literária para criar um livro de ficção entre dois autores de gerações e estilos diferentes acabou se tornando uma saga na vida real. O jovem José Eduardo Kalil mostrou o projeto a Nuria Basker, pseudônimo da escritora Adriana Calabró, e foi prontamente acolhido por ela. “O Kalil é muito criativo e obstinado, além de escrever bem. Gostei da sinopse logo de cara. Quando ele me convidou para participar do projeto como coautora, eu vibrei”, diz Basker. O fato de ter em seu currículo livros de outros estilos não foi uma barreira para a premiada escritora. “Adoro inventar realidades, e aqui eu poderia até envolver pessoas mortas e uma linhagem de mulheres alquimistas. Como negar o desafio?”. Para Kalil, “a experiência de escrever com a Nuria – uma escritora que consegue mesclar muito bem a técnica e a subjetividade dos sentimentos que preenchem as entrelinhas – foi uma grande lição, que vou levar para o resto da vida.” Embora a editora Laranja Original se destaque pela publicação de poesia e outros gêneros literários, resolveu apostar na dupla: “Estamos mais acostumados a publicar poesia, crônicas e contos, mas resolvemos aproveitar esta oportunidade de oferecer uma saga cheia de mistério aos nossos leitores, na certeza de que se trata de um excelente trabalho”, diz o editor Filipe Moreau.

Sobre a editora

A editora Laranja Original destaca-se pela publicação de poesia, mas traz em seu catálogo outros gêneros de ficção literária, traduções, trabalhos jornalísticos, acadêmicos, de artes plásticas, música, ilustração, fotografia – e já são mais de 45 títulos publicados. Cada projeto recebe extrema dedicação, com o investimento em equipes competentes para trabalhar os originais e lançar materiais de qualidade, em forma e conteúdo.

O Judoka: AVEC Editora traz de volta clássico das HQs brasileiras dos anos 1970

Este mês, a AVEC editora revive um clássico dos quadrinhos nacionais com o lançamento de “O Judoka” com arte de um dos mais consagrados artistas brasileiros, o Floriano Hermeto de Almeida Filho. Esta graphic novel antológica foi organizada e editada por Francisco Ucha, editor original do quadrinho.

Segundo Francisco, em maio de 1970, a sétima aventura em quadrinhos do Judoka foi lançada pela Editora Brasil-América (Ebal). A história, intitulada “A Caçada”, era a primeira escrita e desenhada por um profissional desconhecido até então: Floriano Hermeto de Almeida Filho, que assinava como FHAF.

“Ela causou um enorme frisson no mercado: Floriano Hermeto realizou mudanças importantes no personagem, dando mais consistência ao roteiro, além de fazer uma brilhante releitura da estrutura visual de suas histórias. Com o seu traço arrojado e inovador, que lembrava o estilo moderno de desenhistas internacionais como Jim Steranko, Guido Crepax e Enric Sió, “O Judoka” alcançou um patamar jamais imaginado pela Ebal”, conta Francisco.

Floriano era engenheiro civil sanitarista e trabalhava na construção do Metrô carioca nessa época. Mas queria fazer HQs no Brasil.

“Um emprego que lhe dava segurança econômica falou mais alto e ele produziu apenas cinco histórias em dois anos de atividades. Mesmo assim, seu traço inconfundível acabou entrando para a História dos quadrinhos nacionais como um dos melhores desenhistas e roteiristas do Brasil. E um grande influenciador para aqueles que queriam trilhar o caminho dos quadrinhos no Brasil”, sugere Francisco.

Sobre o livro

O jornalista Francisco Ucha editou e organizou o livro, fazendo uma homenagem a FHAF.

Com suas 192 páginas, o novo lançamento da AVEC traz a republicação de suas cinco histórias clássicas que foram originalmente lançadas entre maio de 1970 e abril de 1972 e são verdadeiras obras primas.

Esta reedição de “O Judoka” também conta com extras: entrevista com o artista e roteirista original, um panorama histórico da época e aventuras inéditas que foram desenhadas por FHAF para a Ebal. São seis páginas com uma nova aventura do Judoka, duas páginas de Zorro (“The Lone Ranger”) e sete com uma aventura sobre cangaço apresentando um novo personagem: Tempestade.

Se você ama aventuras de super-heróis ou deseja conhecer um pouco mais sobre os clássicos da nona arte brasileira, “O Judoka” é o título perfeito para você.

Mas vale a dica. Há uma tiragem limitadíssima de exemplares impressos.
E quando clássicos como estes são lançados, eles se esgotam instantemente.

Se você deseja ter “O Judoka” na sua estante, clique imediatamente neste link e compre já o seu.

AVEC Editora lança “Le Chevalier nas Montanhas da Loucura”: O agente francês agora tem a que enfrentar perigos lovecraftianos

Os maiores heróis da França enfrentam o terrível Justiceiro da Paz para salvar o mundo! Inspirado em escritos de H.P. Lovecraft (Nas Montanhas da Loucura), Edgar Alan Poe (A Narrativa de Arthur Gordon Pym) e Júlio Verne (A Esfinge dos Gelos), “Le Chevalier: Nas Montanhas da Loucura”, de A.Z. Cordenonsi com arte de Fred Rubim, retrata as aventuras dos maiores heróis do mundo steampunk vitoriano onde a França comanda a Revolução Industrial. Confira a sinopse da obra.

Le Chevalier e Persa, seu fiel escudeiro, precisam superar suas divergências com antigos inimigos para enfrentar a chantagem de um maligno adversário. As nações do mundo estendem seus estandartes de batalha quando navios de guerra são atacados e acusações de traição se tornam arautos de uma guerra que se avizinha.

Irene Adler, a mais famosa ladra do Comitê, recruta os agentes franceses para uma última e derradeira tentativa de capturar o verdadeiro inimigo e evitar a guerra. Mas nem tudo é o que parece. A investigação prossegue para um cenário aterrador e, nos confins da Antártida, os aventureiros são obrigados a seguir os passos de uma antiga expedição da Universidade Miskatônica. No deserto críptico de gelo e morte, eles precisam encarar seus piores pesadelos nas Montanhas da Loucura.

Le Chevalier se aventurando nas Montanhas da Loucura? Por essa nem o autor esperava!

“Quando comecei a bolar a história desta segunda HQ com o Le Chevalier, a ideia de trabalhar com o texto clássico de Lovecraft já estava na minha mente. Nas Montanhas da Loucura está no panteão do horror cósmico de Lovecraft. Muitas histórias já foram construídas a partir deste rico universo que Lovecraft construiu, mas esta história, em específico, sempre prendeu a minha atenção. Por um lado, porque ela empresta ao horror uma nova dimensão, uma força primeva e descomunal, escapando dos tradicionais monstros que se escondem em castelos e grutas. Por outro lado, ela flerta com outros elementos da literatura fantástica. E foram exatamente nestes elementos que baseei minha história”, adianta A.Z. Cordenonsi.

Para ele, a cidadela monstruosa construída em “Nas Montanhas da Loucura” poderia conter inúmeros segredos. Afinal, seres imemoriais habitaram aquelas profundezas por séculos. Com este gancho em mente, o autor propôs uma história que contaria tudo aquilo que William Gedney, o malfadado líder da expedição à Universidade Miskatônica, não conseguiu descobrir em seus poucos dias de exploração ao local.

“A partir desta premissa, comecei a me aventurar por outras histórias que também tratavam da Antártida. A primeira, e uma das mais importantes, era “A Narrativa de Arthur Gordon Pyn”, único romance escrito por Edgar Alan Poe. O romance, que influenciou Herman Melville (“Moby Dick”), é um dos grandes clássicos mundiais. Um romance repleto de mistérios e calcado nas aventuras marítimas, tão comuns naquele tempo, representava um bom ponto de partida para uma entrada alternativa às Montanhas da Loucura. Lendo e estudando o livro, descobri que Júlio Verne escrevera uma ‘continuação’ da obra de Poe, já que ele considerava o final, um tanto abrupto, inadequado. “A Esfinge dos Gelos”, publicado alguns anos mais tarde, acrescentou detalhes finais à minha história. A poderosa imagem do monumento megalítico de gelo e neve fechava o ciclo completo para esta nova aventura de Le Chevalier”, revela.

O escritor adianta sentir que Le Chevalier é um tipo de personagem que cada vez mais ganha vida própria:

“Quando criei a ideia do Cavaleiro Sem Nome, não imaginava que ele se aventuraria pela Antártida atrás de um cientista maluco que é capaz de explodir navios à distância. Ou que teria a ajuda de Irene Adler, ladra, chantagista e operativa do Comitê. Mas os personagens, assim como a própria humanidade, seguem seus rumos próprios e eu mal posso esperar para ver para onde vamos nos encaminhar agora”, especula A.Z.

Como ilustrar um lovecraftiano steampunk? Desafio para o artista

Responsável pelas duas graphic novel de Le Chevalier (a outra sendo “Arquivos Secretos”, também da AVEC editora) o desenhista Fred Rubim admite que a busca agora foi por manter a essência do traço jovial e dinâmico do volume anterior, adicionando novas influências.

“Há toda uma diversidade de criaturas, veículos e personagens baseados no universo único desses autores, e brincar com esses elementos dentro da estética do steampunk foi bem divertido! “, destaca Fred.

Segundo ele, a ideia sempre foi evocar o espírito de aventuras clássicas num tom leve e descontraído:

“Sempre tive em mente manter um traço jovial, mas fazendo muito uso do claro-escuro numa pegada meio Eduardo Risso (‘100 Balas’), para ressaltar o lado de mistério e espionagem da HQ”, explica o artista.

Fred também conta que as cores abertas e mais saturadas tratam de deixar claro o tom de aventura pulp, quase cômico. Para ele, as cenas de ação acabam sendo sempre as preferidas.

Você está preparado para acompanhar Le Chevalier e Persa nessa aventura?

Para todos que curtiram o romance “Le Chevalier e a Exposição Universal” e a HQ “Le Chevalier: Arquivos Secretos”, esta aventura é um presente e tanto. Repleta de referências aos grandes clássicos, com uma boa dose de humor e muita aventura.

E A.Z. exalta:

“A história que eu e Fred Rubim entregamos para vocês é capaz de prender os leitores do início ao fim.  As histórias do Cavaleiro Sem Nome podem ser lidas em qualquer sequência, como os bons romances de Agatha Christie ou os contos de Arthur Conan Doyle. “Le Chevalier Nas Montanhas da Loucura” é uma história de aventura, ficção e ação, com personagens cativantes e recheada de referências aos bons apreciadores da literatura fantástica. Aventure-se nesta graphic novel e conheça um mundo tal como você nunca viu!”

Se você se interessou e tem coragem de encarar uma aventura cheia de ação e emoção, “Le Chevalier: Nas Montanhas da Loucura” está à venda na loja da AVEC editora através do link abaixo.

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Arquivos Paranormais: Novo RPG da AVEC editora é um desafio para mestres e jogadores experientes, mas ainda bastante acessível aos novatos

Arquivos Paranormais é um RPG de mesa de fantasia urbana que coloca mestres e jogadores na pele de Investigadores treinados, integrantes de uma Agência responsável por investigar Fenômenos estranhos que começaram a ocorrer.

Escrito pelo veterano game designer Jorge Valpaços (autor do RPG de Beladona, “Pesadelos Terríveis” e de “SeanchaS”), os jogadores terão em mãos um manual de jogo completo, com tudo o que é preciso para jogadores iniciantes e experientes se aventurarem em Casos com alienígenas, fantasmas, monstros e outras dimensões e o que sua imaginação desejar.

Como o Sistema alimenta o suspense da narrativa

O sistema de regras foi construído de forma a unir dois conceitos fundamentais: a investigação e a aventura.

“Todo o desenvolvimento do jogo se pautou em pensar que os usos de habilidades pelos investigadores alimentam a trama, recompensando os jogadores proativos com mais chances para solucionar o caso; se eles colaborarem e se ativerem ao fenômeno que originou o mistério”, responde o escritor e game designer de Arquivos Paranormais.

Dessa forma, os dados são jogados não para dizer se houve um sucesso ou um fracasso em uma ação. Mas para fornecer indícios que levam às pistas ou para remover alguma complicação da cena.

“Além disso, seguindo o Sistema L’Aventure (que impulsiona o jogo), as chances de solução do Caso aumentam de acordo com o engajamento que os jogadores possuem com o mistério. Isso faz com que o próprio jogo alimente o clima de suspense e flerte com o insólito, com o desconhecido, que é fundamental para o clima proposto”, complementa Jorge.

Diferente de outros sistemas que não levam em conta as relações com seus colegas de trabalho, as motivações, dramas pessoais e a história de vida da personagem nas mecânicas do jogo, em Arquivos Paranormais o sistema todo foi desenvolvido para que os investigadores tivessem diferentes dimensões em uma partida:

“Esses são componentes extrajogo em grande parte de jogos de investigação. Mas em Arquivos Paranormais, as personagens são mais do que simples operativos à serviço da agência. Eles possuem vidas complexas e todos estes elementos fazem parte das regras. Quem gosta de narrativas intensas, onde vida das personagens importa, vai gostar de Arquivos Paranormais”, recomenda o autor.

Como o jogo facilita a criação de suspense e mistério

Segundo o autor, Arquivos Paranormais é um jogo que possui uma estrutura episódica de partidas. Cada caso investigado pela agência funciona como um capítulo de uma série televisiva. O condutor das partidas, normalmente chamado de mestre do jogo ou narrador, ganha o título de Diretor em Arquivos Paranormais. Ele vai dirigir a Série (a campanha do jogo) e conduzir a narrativa de forma semelhante ao que um diretor de audiovisual faz.

“Isso gera uma perspectiva um tanto diferente em relação a vários jogos do gênero. Um exemplo disso é o clima de ‘o que vai acontecer no próximo episódio’ que deriva de uma mecânica do jogo (a consulta à solução do caso) e a instância de ‘no último episódio…’ que é emulada pelo registro das últimas sessões que é gamificado por meio de arquivos, daí o nome Arquivos Paranormais”, explica.

O grande diferencial da obra em relação a outros RPGs de investigação é que tudo foi pensado para a atmosfera de mistério, investigação de lendas, conspirações e fenômenos do insólito serem sempre o ponto central do jogo. E o “como” essa atmosfera é criada é que torna esse jogo tão único.

“Isso porque não há, por exemplo, vitalidade ou pontos de vida em Arquivos Paranormais. O que temos como recurso finito, que pode ser esgotado ou removido, são os Pontos de Protagonismo, que mesuram a intervenção na narrativa e o destaque que uma personagem possui na história. Isso significa que jogar Arquivos Paranormais é também gerenciar o destaque que você possui na mesa de jogo, fazendo com que o jogador tenha ciência do seu papel no episódio. A diferença é que ele não terá um roteiro a seguir, mas controlará isto por meio do Sistema L’Aventure”, detalha.

Toda e qualquer atividade fora do comum para nós, que pode ir desde de lendas urbanas, alienígenas que supostamente convivem conosco ou mesmo a presença de legiões demoníacas são ganchos possíveis para aventuras em Arquivos Paranormais.

“Mas não se trata apenas de matar monstros ou solucionar mistérios. A Agência deve manter a população sem saber, na maioria dos casos, o que está acontecendo. E esse é o grande trunfo de um jogo que tem por objetivo tratar destes casos tomados como irreais. Será mesmo que o que temos acesso por meio de creepy pastas, relatos paranormais em canais do YouTube ou mesmo filmes, livros e séries não fazem parte de uma grande contrainformação para retirar a nossa credibilidade sobre tudo isso? E mais, será que esse meu questionamento também não é parte da contrainformação? A verdade está na Agência…”, brinca Jorge.

Um jogo que desafia Mestres (diretores) e ao mesmo tempo é bastante simples. Mas, desafia como?

Além de tudo isso, o autor afirma que Arquivos Paranormais é bastante fácil para mestres (ou “Diretores”) conduzirem. O jogo foi pensado para os diretores iniciantes, sem perder o atrativo para mestres experientes.

“Me refiro ao jogo possuir um suporte interno para a construção de Casos (aventuras) e condução de Séries (campanhas). Todo o manual de jogo está repleto de exemplos, notas explicativas, fluxogramas e contos que praticamente te colocam dentro do jogo. O manual possui duas agências completas com Investigadores prontos para jogar. Basta preencher as fichas e começar. E caso você deseje criar outros cenários de jogo, a metodologia é tão simples que em menos de 30 minutos você já tem toda a estrutura de uma agência para começar uma série”, defende.

Para os mestres experientes, o jogo aparentemente de mecânica simples ainda traz um desafio que torna tudo mais divertido: o Diretor precisa engajar com o jogo, gerenciar recursos e avaliar a ação dos jogadores de forma ativa. Um mestre de RPG experiente vai ler Arquivos Paranormais como uma grande caixa de ferramentas. Porém não uma caixa de ferramentas totalmente genérica, mas bem focada na investigação. Há uma grande gama de regras opcionais e dicas para você mexer em alguns elementos do Sistema L’Aventure para adequar à sua proposta de jogo.

“Se você gosta de séries e livros, indo do New Weird de China Miéville, passando por Arquivo X, ao universo de Hellboy ou animações mais recentes como Bungou Stray Dogs, você não vai ter muito trabalho para as suas adaptações. Então se você quer algo que evoque terror, vai ter mecânicas exclusivas em Arquivos Paranormais. Deseja super ciência em um laboratório como dos Homens de Preto (MIB)? Isso também é coberto por Arquivos Paranormais. Cabe ao diretor fazer a alquimia, misturando os componentes corretos para a experiência única que as partidas fornecerão. Em outros termos, há uma alta ‘rejogabilidade’ e adaptabilidade em Arquivos Paranormais”, adianta.

E para os jogadores novatos? É fácil começar?

Arquivos Paranormais foi planejado para ser um bom jogo de entrada no universo de jogos narrativos e RPG.

“Todas as informações sobre as Perícias e Minúcias são bem claras tanto no manual de jogo quanto na ficha de personagem. Isso significa que o tempo de aprendizagem do sistema é muito rápido. E a própria criação de personagens também. Como o sistema recompensa os jogadores durante as partidas e não apenas no final delas (com a típica distribuição de XP), os iniciantes vão ‘aprender jogando’ e isso aumenta o engajamento com o jogo, ainda que haja várias manobras possíveis aos jogadores”, conta Jorge.

Mas isso não torna as coisas menos divertidas para os experientes?

Na verdade o jogo deve ser um desafio delicioso. Isso porque Energia, Protagonismo e Minúcias são 3 recursos a serem gerenciados pelos jogadores. E eles não são como grande parte dos RPG; cada qual habilita manobras peculiares que podem livrar a sua cabeça do perigo ou levar a investigação ao fracasso.

“E isso é interessante de notar porque tanto aqueles que gostam de um jogo mais focado em desafios e que vão buscar otimizar uma personagem criada, quanto aqueles que buscam a intensidade da história vão encontrar intersecções em Arquivos Paranormais. As 3 camadas que sustentam o jogo (Relacional, Ocupacional e Pessoal) foram desenvolvidas para entrelaçar o que supostamente era considerado (por uma tradição de jogos) algo inconciliável como necessário para jogar. Ou seja, você vai precisar pensar na narrativa e em componentes mecanicamente ativos para a solução dos casos, bem como para progredir com sua personagem junto aos demais”, destaca.

Se está procurando por um jogo de investigação do insólito e gostou das informações compartilhadas nesse release, Arquivos Paranormais já está à venda no site da AVEC.

Clique aqui para comprar o seu.

2º Livro De Série De Fantasia Urbana É Sucesso Em Financiamento Coletivo Brasileiro

Após atingir mais de 160% da sua meta no site de financiamento coletivo, Catarse, O Martelo das Feiticeiras, segundo livro da série Demônios, Bruxas e Vagantes, do autor e podcaster Andrei Fernandes (do blog “Mundo Freak”), agora traz duas novas recompensas para os apoiadores.

Entre as novidades estão:

– 1 Pôster extra: disponível apenas para quem pagar as cotas acima de R$ 89 e a partir do momento que 180% da meta ser batida (falta muito pouco!).

– 1 Sacola de Algodão Especial: também estará disponível para quem pagar acima de R$ 89 e no momento em que atingir 200% da meta (é possível chegar lá!).

Veja a premissa de O Martelo das Feiticeiras”:

O que você faria se descobrisse que seu colega de trabalho é um demônio fugitivo vindo diretamente dos planos mais abissais do universo? No mundo da série de Demônios, Bruxas e Vagantes, diversas entidades sobrenaturais e folclóricas habitam as mais populosas cidades sem serem percebidas.

Para conhecer mais O Martelo das Feiticeiras, que tem como referências obras de autores como Alan Moore, Neil Gaiman e Mike Mignola, o autor disponibilizou um vídeo especial onde revela detalhes sobre a história e explica a campanha no Catarse.

Já apoiou? A contribuição de R$ 89,00 – que já dá direito as duas metas estendidas – custa mais barato do que muito encadernado (mas sem os mesmo bônus).

Não leu o primeiro livro da série? Sem problemas, essa colaboração também dá direito ao primeiro livro da série, Kalciferum. Você leva um pacote com os dois livros e demais recompensas para saborear nos próximos meses.

No site da campanha há também outros extras como Toy Art, caderneta, marca páginas e muito mais, que você pode ganhar de acordo com sua colaboração. É possível conferir as recompensas em detalhes clicando aqui.

Conhecendo mais sobre o universo da série:

Rafael enriqueceu após assinar o contrato com um poderoso demônio, que se escondia no plano material na forma de um estagiário acima de qualquer suspeita. Agora, o preço está sendo cobrado e ele será condenado por uma série de crimes que não cometeu. (ou que acha que não cometeu).

O Martelo das Feiticeiras acompanha a jornada de Rafael Branco, um mundano como qualquer outro, que é dragado para um mundo oculto cheio de feitiçaria e entidades sobrenaturais que se escondem além da cidade de concreto e aço.

De acordo com Andrei Fernandes, para aqueles que gostam de ocultismo na cultura pop, o livro tem um sabor a mais:

“O primeiro livro [Kalciferum] é bem mais leve, mas a continuação é uma jornada iniciática do protagonista. É claro que houve uma preocupação em tornar o livro acessível para qualquer pessoa, mas quem conhece um pouco de ocultismo pode saborear ainda mais. Obras como Hellboy conseguem dosar isso muito bem e tenho ele como referência”.

Para o autor, lidar com magia é uma alegoria usada para narrar uma história sobre assumir o controle da própria vida.

“Tenho interesse por esse tipo de assunto desde sempre, ainda mais do quanto aquilo parece mais hermético e fechado dentro de si. Por isso a vontade de abordá-lo. Claro que isso também cresceu com minha experiência em podcast tratando sobre o ocultismo e esse tipo de temática”, revela Andrei.

Precisa ter lido o primeiro livro para apreciar o segundo?

Conforme explica o autor, O Martelo das Feiticeiras é um livro mais maduro tanto em trama, quanto de escrita. Uma continuação deveria funcionar como um novo desafio, não uma repetição de um antigo.

“Então Rafael sairá ainda mais crescido e empoderado de si mesmo. Além dele, Isabela [uma coadjuvante] terá um importante papel dentro da história e passará por uma jornada parecida. Além disso, teremos uma expansão de universo que deixará muitos leitores com água na boca para descobrir ainda mais desse mundo”, adianta.

Mas para quem não leu, a série é uma fantasia urbana ambientada em uma cidade como outra qualquer, que guarda em suas sombras habitantes esquisitos que muitas vezes deixamos passar batidos.

“E Rafael terá uma jornada muito interessante de descoberta. Junto de uma miríade de criaturas sobrenaturais, como seu demônio Cal, ele se verá em meio a tramas do submundo que envolvem tanto luta por poder quanto pelo controle”, afirma o autor.

Aqui está uma imagem que mostra a sacola, o pôster extra e como conseguir cada meta:

Para apoiar basta clicar neste link e conhecer mais sobre o mundo da série Demônios, Bruxas e Vagantes.

Mas é preciso correr.

Estamos nos últimos dias de campanha. Se você quiser a sacola, o pôster extra, outros prêmios e o seu exemplar de O Martelo das Feiticeiras, só terá até o dia 3 de dezembro para fazer o seu apoio no site do Catarse.

Então clique aqui para fazer o seu apoio agora mesmo!

Turma do Pokémon chega ao McDonald’s em dezembro

A partir do dia 5 de dezembro, o McDonald’s promete agitar toda a família disponibilizando oito dos mais raros e poderosos Pokémon no McLanche Feliz – cada um com uma divertida funcionalidade.

Entre os personagens selecionados para a novidade estão: Palkia e Zekrom, ambos com asas articuladas; Latias e Latios, que deslizam sobre superfícies planas; Dialga, que move a cabeça; Reshiram, que move as pernas e as asas; Thundurus, que faz o som de um trovão e, por último, o Tornadus, que lança discos para frente a partir de um botão.

“Legendary Pokémon” promete dar às famílias a possibilidade de partilhar um momento divertido descobrindo, compartilhando e treinando os famosos personagens, que são muito valorizados por serem extremamente poderosos e mais fortes do que os demais Pokémon.

Os brinquedos também poderão ser adquiridos à parte, em qualquer restaurante da rede no Brasil.

Preços

McLanche Feliz: a partir de R$ 17,00

Brinquedo Avulso: a partir de R$ 13,00

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema como em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.180 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site: www.arcosdorados.com/ir

Vem aí a segunda edição do maior festival gamer de Curitiba

Nesta segunda edição, além de se divertir muito você ainda poderá ajudar o natal de uma criança carente, doando aquele brinquedo que está aí encostado e que pode fazer alegria no natal de alguém.

– Sala retrô games: viaje pelas gerações de consoles, revivendo a infância ou apenas conhecendo como a febre de jogos começou.

– Sala Just Dance : Junte sua galera e venham mostrar aquela coreografia que vocês treinam quando ninguém está olhando.

– Salas de Gameplay da nova geração – PS4, Xbox One e Nintendo Switch

Ingressos antecipados apenas R$20,00

Palestras imperdíveis \0/

*Bruno Sangregório – ator e dublador, participou de grandes sucessos da indústria, como Battlefield, Gears of War, Dead Rising e recentemente dublou FIFA 19.

*Denis Bortolaço – redator da revista Warpzone e da Preview falando sobre os desafios, oportunidades e dificuldades do mercado editorial de games atualmente no Brasil.

– Presença confirmada dos Youtubers:

*Velberan

*Pai Troll

*Core

*Nox da GTConcept

*Cazum8

*Strikker

*Xurubis

*Serial Cookies

*Juan Snestalgia

*Prateleira Gamer

– Espaço Checkpoint VR:

Os jogos mais modernos em realidade virtual! Viva muitas aventuras explorando ambientes em 360°!

*Campeonatos:

International Superstar Soccer Deluxe: Febre nos anos 90 e com muito jogador bom ainda em atividade.

Street Fighter V: Destaque em todo mundo estará presente no evento.

Super Bomberman 5: com o Juan do Snestalgia, venha desafiar este habilidoso jogador da série.

Dragon Ball Fighter Z: Grande sucesso estará presente no evento com um campeonato imperdível.

– RPG de mesa: Venha viver altas aventuras em mesas temáticas!

E muito mais!

O evento será no 09 de dezembro de 2018 à partir das 11h!

O evento será realizado na GAMESCOLA – A escola de desenvolvimento jogos e aplicativos de Curitiba!

Endereço: Rua Barão do Rio Branco 564 – Centro.

QUER SUA NOTÍCIA PUBLICADA NO PACOTE DE EXPANSÃO? ENVIE O RELEASE PARA LUCIO@SINTONIAGEEK.COM.BR. AS MATÉRIAS DA SEMANA SÃO ORGANIZADAS POR ORDEM DE CHEGADA. 😀

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