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As curiosidades por trás do Mortal Kombat

As curiosidades por trás do Mortal Kombat

Os jogos de plataforma 2D estão de volta

Houve um tempo em que não existiam os jogos de tiro em primeira pessoa, e nem os de terceira. Uma época em que não era necessário criar infinitas combinações de movimentos para seu personagem e os controles dos videogames se resumiam a apenas um direcional e seis botões (antes disso, apenas dois). Essa, meus amigos, foi a chamada ‘Era de Ouro dos videogames, até que surgiram os jogos 3D com suas infinitas possibilidades de design e de desenvolvimento, relegando completamente os jogos de plataforma 2D à memória coletiva dos gamers de outrora.

Pois eis que, das cinzas de uma época longínqua, esses jogos ressurgem para provar que não há game 3D de mundo aberto com gráficos fotorrealistas que possa substituir a simplicidade da diversão proporcionada pelo gênero mais clássico dos videogames.

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Os consoles de 8 e 16 bits na Sega e da Nintendo. Donos dos melhores jogos de plataforma 2D de todos os tempos.
Na atual geração de consoles, dominada pelos ‘blockbusters’ tridimensionais, os jogos de plataforma 2D ganharam espaço na indústria de games independentes, que resgatou a simplicidade dos puzzles baseados no movimento mais primário que um videogame pode elaborar: o pulo.
Recentemente, uma onda de remakes de alguns clássicos do gênero mostrou que os gamers continuam gostando de pular sobre a cabeça dos inimigos e sobre plataformas infinitas para passar de uma fase para a outra. O recém lançado Duck Tales Remastered e o vindouro reboot de Castle of Illusion são dois exemplos de games que resgatam o gênero adicionando a roupagem que a atual geração de consoles pode proporcionar.
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As 3 versões de Castle of Illusion. Da esquerda para a direita: Master System, Mega Drive, e a nova versão remasterizada para XBLA e PSN.
Fez, Super Meat Boy, Guacamelee!, Trine 2, Limbo, Braid, ‘Splosion Man, Outland, Sideway New York e Bloodrayne Betrayal, são alguns games disponíveis para PSN, XBLA e Steam que são diretamente influenciados pelos jogos das décadas de 80 e 90. E por falar nisso, foram nesses dois períodos que o gênero produziu alguns dos maiores games da história.

Na era 8 bits, os jogos de plataforma 2D começaram a tomar forma. Foi nessa geração que os games que se passavam em apenas uma única tela estática – como Donkey Kong, o eterno clássico que apresentou o Mario para o mundo – passaram a ser modelados com as engines de side-scrolling, que permitiam que a tela acompanhasse o personagem enquanto este seguia caminho para a direita em busca do próximo chefão. Mas foi na geração seguinte que as coisas tomaram forma de verdade. Com o advento do SNES e do Mega Drive (os consoles de 16 bits da Nintendo e da Sega, respectivamente), os desenvolvedores começaram a criar visuais mais ambiciosos e simulavam a profundidade de campo dos cenários com imagens de segundo plano que se mexiam numa velocidade diferente daquelas ocupadas pelo primeiro plano, onde o personagem se movimentava.

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O recém-lançado Guacamelee. Jogabilidade inspirada em Super Metroid e cenários repletos de homenagens à vários jogos de plataforma 2D.
Ao longo dos anos, surgiram vários games que exploravam ao máximo as possibilidades do gênero. Com a chegada dos consoles de 32 bits, começaram a surgir jogos como Oddword: Abe’s Odissey (que em breve ganhará uma versão em HD) e Skullmonkeys, que foram pioneiros da categoria 2.5D, games que colocam seus personagens percorrendo os cenários dos segundos e terceiros planos da tela, além do primeiro.
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Skullmonkeys trazia um visual que simulava personagens feitos com massa de modelar e explorava a profundidade dos cenários.
Hoje, com as capacidades dos novos consoles, os games 2.5D são desenvolvidos com cenários em 3D, ou seja, embora a jogabilidade continue lateral, o aspecto da imagem simula um ambiente tridimensional.
Toda essa evolução gráfica não serviria de nada, não fossem os clássicos jogos de plataforma 2D lançados na ‘Era e Ouro’ dos videogames. Decidimos então, fazer uma lista com os 10 games mais influentes do gênero. Vamos a eles.

Os 10 jogos de plataforma 2D mais influentes da história

Jogos de plataforma 2D | Ghouls ’n Ghosts

Ghouls ’n Ghosts é o segundo jogo mais difícil do gênero que vai aparecer nessa lista, e se você jogou videogames nos anos 90, você já deve estar imaginando qual é o primeiro. Produzido e desenvolvido pela Capcom, o jogo foi lançado para os Arcades em 1988 e mais tarde recebeu versões para Master System, NES, Mega Drive e SNES, além de outros consoles.

No controle do cavaleiro Arthur, o jogador passava por 5 fases repletas de inimigos. Protegido por sua armadura, o protagonista ficava apenas de samba-canção quando era atingido uma vez por qualquer inimigo. Ao longo do jogo, era possível encontrar armaduras mais poderosas que, além de resistirem mais aos golpes dos adversários, forneciam novos poderes ao cavaleiro desnudo. A trama é a mais clássica e repetida dos jogos de plataforma 2D: Lúficer surge para aterrorizar a vila em que Arthur vive com sua amada e captura as almas de todos os aldeões, incluindo a de sua namorada. O herói segue, então, atrás do próprio cramunhão para resgatar as almas que foram roubadas.

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Ghouls’n Ghosts era extremamente difícil, mas possuia um visual e uma trilha sonora que garantiam uma excelente jogabilidade.
Mas, porque este é um dos jogos mais difíceis do gênero? Simples. Ao derrotar o diabo, o jogador se via obrigado a terminar o jogo uma segunda vez. Nessa segunda tentativa, devia-se adquirir uma arma específica para matar definitivamente o chefão final. E acredite, era preciso ser muito gamer e muito paciente para terminar esse jogo duas vezes, já que a enorme quantidade de inimigos na tela, somada a um pulo bem desengonçado do personagem, matavam constantemente Arthur e obrigavam a garotada a gastar toda a mesada do mês em fichas para garantir os continues.

Jogos de plataforma 2D | Alex Kidd in Miracle World

Mascote oficial do Master System antes do surgimento do Sonic, Alex Kidd ganhou uma infinidade de jogos ao longo dos anos, tanto para o console de 8 bits da Sega quanto para o Mega Drive. Mas é este primeiro jogo do personagem, Alex Kidd in Miracle World, que marcou completamente uma geração de gamers que cresceu jogando jogos de plataforma 2D.

Na trama, o vilão Janken, the Great sequestra o irmão do príncipe Alex Kidd, obrigando o garoto a resgatar o seu semelhante. Com uma trilha sonora inesquecível e pequenos elementos de RPG (era possível comprar itens em algumas fases com o dinheiro coletado ao longo do jogo), Alex Kidd era tão bom, que fazia par até mesmo com o primeiro jogo do Mario, sem exageros. Uma das mais marcantes características do game eram as batalhas contra os chefões de fase, travadas por meio de um jogo de joquempô (o famoso Pedra, Papel e Tesoura).

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Alex Kidd foi criado para ser o mascote do Master System, mas perdeu o trono com a chegada de Sonic. Mesmo assim, continua sendo o maior clássico do console de 8 bits da Sega.
Coletando uma série de veículos, poderes e itens ao longo do jogo, Alex Kidd abria caminho socando seus inimigos pelas 17 fases que proporcionavam belos desafios de plataforma. O jogo está atualmente disponível para download pela PSN e XBLA, na sua versão original.

Jogos de plataforma 2D | Contra 3: The Alien Wars

Exatamente. Contra 3: The Alien Wars é aquele jogo mais difícil do gênero que mencionei lá no primeiro parágrafo sobre o Ghouls ‘n Ghosts. O famoso jogo da Konami para o SNES era tão difícil que a própria desenvolvedora criou um código para se obter mais vidas e mais continues. E se você acha isso um exagero, é porque você ainda não sabe que bastava penas um tiro para que seu personagem morresse. E a quantidade de inimigos e tiros na tela era tão absurda, que chegava a ser desonesto.
Contra 3: The Alien Wars é considerado até hoje um dos jogos de plataforma 2D mais difíceis da história, e se você conseguiu (ou conseguir) terminá-lo sem usar o famoso código da Konami, pode se considerar um gamer de fato! Porque não é pra qualquer um. O caos toma conta do jogo, que não para por um segundo. Para coletar upgrades para suas armas, por exemplo, o jogador devia acertar objetos voadores que carregavam os itens ao mesmo tempo em que inimigos surgiam pelos dois lados da tela. No entanto, a jogabilidade de Contra 3: The Alien Wars é impecável. Além do pulo dos personagens poder ser controlado em pleno ar, era possível atirar para todas as direções e os movimentos dos personagens eram muito rápidos, permitindo que o jogador desviasse de tiros enquanto continuava atirando sem parar.
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Apelação. Contra 3 era tão difícil que dava vontade de jogar o controle na parede.
Contra teve diversas versões. A primeira foi lançada para Arcades e mais tarde para o NES. Ao longo dos anos, outros consoles foram recebendo diferentes versões e continuações da franquia. A mais recente – Hard Corps: Uprising – foi lançada em 2011 para XBLA e PSN e é a primeira que não leva o nome Contra no título.

Jogos de plataforma 2D | Sonic the Hedgehog 2

Embora o primeiro jogo do eterno mascote da Sega ser um dos mais elogiados da franquia, foi no segundo que a raposa de duas caldas Tails foi apresentada para o mundo, tornando esta sequência muito mais divertida do que o seu antecessor.
Além disso, tudo em Sonic the Hedgehog 2 é superior ao primeiro jogo. Gráficos, velocidade, jogabilidade e desenho de produção. É um jogo absolutamente perfeito. Como se não bastasse, ainda era possível – pela primeira vez na franquia – transformar-se em Super Sonic! Depois de coletar todas as Chaos Emeralds, Sonic se transformava em uma espécie de “super-ouriço-sayajin” e saia estriquinado – todo arrepiado e amarelo, com super pulos e invencibilidade – atropelando todos que apareciam pela sua frente.
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Sonic 2 é o game mais caprichado de toda a franquia protagonizada pelo ouriço mais veloz do mundo, e a participação da simpática raposa de duas caudas Tails deixou o jogo ainda mais divertido.
Mas isso não é tudo. Sonic 2 oferecia um modo coop. Com a tela dividida, um jogador controlava a raposinha Miles “Tails” Prower, e o outro, o porco espinho azul mais veloz do mundo dos games. A trilha sonora composta pelo gênio Masato Nakamura, somada aos belíssimos designs das fases, fizeram de Sonic the Hedgehog 2 um dos melhores jogos de plataforma 2D do Mega Drive.

Jogos de plataforma 2D | Duck Tales

Não é a toa que Duck Tales acabou de ganhar uma nova versão remasterizada para a atual geração de consoles. Além de ser inspirado no melhor desenho animado que a Disney já produziu para a televisão, o jogo trazia personagens extremamente carismáticos e foi um dos melhores jogos de plataforma 2D do console de 8 bits da Nintendo.
No controle do velho sovina Tio Patinhas, o jogador passava por 5 fases em busca de 5 tesouros secretos para aumentar ainda mais a fortuna do já multimilionário pato. Ao longo da aventura, os sobrinhos de Patinhas são raptados por sua arquiinimiga Maga Patalógika, que se uniu aos Irmãos Metralha para tentar acabar com os planos de seu velho inimigo.
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O sovina Tio Patinhas usava sua bengala como um pula-pula para eliminar os inimigos em Duck Tales, um dos melhores jogos do Nintendinho 8 bits.
A jogabilidade aqui é coisa de mestre! Utilizando a bengala do protagonista como um pula-pula, o jogador matava os inimigos pulando em suas cabeças e aproveitava o impulso ocasionado pelo movimento para executar saltos mais altos, atingindo locais secretos e plataformas mais distantes. Além do mais, os personagens que Tio Patinhas encontra durante sua jornada são um atrativo à parte, particularmente para quem teve o privilégio de assistir ao desenho nos anos 90.

Jogos de plataforma 2D | Super Metroid

Não há como falar sobre jogos de plataforma 2D sem mencionar Super Metroid. A série de jogos protagonizada pela caçadora de recompensas espacial Samus Aran é, para muitos, a melhor do gênero.
Uma das principais características de Super Metroid é o seu aspecto de exploração. Diferente da maioria dos jogos lançados nos anos 90, o game produzido e desenvolvido pela Nintendo não possuía uma divisão tradicional de fases, que aqui são conectadas por portas que devem ser acessadas conforme o jogador vai encontrando upgrades para a armadura de Samus e aumentando suas habilidades. A trama se passa no planeta Zebes, para onde a caçadora de recompensas segue a criatura Ridley, ainda no começo do jogo, na tentativa de reaver a larva de Metroid que é capturada pelo alienígena.
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Super Metroid, o melhor jogo da franquia. A versão para SNES continua imbatível quando o assunto é Jogos de Plataforma 2D.
Super Metroid possui versões para NES, SNES e Nintendo 64, mas a preferência dos gamers por esta versão do SNES é ponto pacífico. E não é à toa. Esta é a versão mais bonita e com o clima mais bem elaborado de toda a série.

Jogos de plataforma 2D | A série original de Mega Man. Do 1º ao 10º jogo

Embora Mega Man 2, lançado para o NES em 1987, ocupe o topo da lista de muitos dos fãs da franquia protagonizada pelo garoto transformado em robô pelo Dr. Wright, o fato é que toda a série original criada e desenvolvida pela Capcom merece aparecer aqui. E é importante esclarecer exatamente isto: estamos falando da série original, que engloba os 6 primeiros jogos produzidos para o NES, o 7º jogo desenvolvido para o SNES, o 8º para o PS1, e os 9º e 10º produzidos para a atual geração de consoles, mas com os gráficos originais de 8 bits.
E o fato desses dois últimos games terem sido desenvolvidos com o visual original, mesmo que para os atuais consoles, prova que a grande maioria dos jogos de plataforma 2D não funciona de outro jeito que não seja o do próprio gênero que ajudaram a estabelecer.
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Mega Man 2 é um dos mais queridos pelos fãs, mas toda a série original (do 1º ao 10º jogo) fazem parte do grupo de melhores jogos de plataforma 2D já criados.
Mega Man possui uma fórmula simples, mas genial. Encarregado de deter os planos malignos do Dr. Wily (co-criador do Mega Man junto com o Dr. Wright), o protagonista visita os territórios de cada um dos robôs criados pelo vilão para derrotá-los um a um até chegar ao chefão final. Podendo apenas atirar, andar e pular, Mega Man absorve os poderes dos chefões de cada fase para utilizá-los contra outros que exigem determinados poderes especiais para serem derrotados. Essa fórmula se revelou perfeita para Mega Man, que ainda possui uma dificuldade altíssima e uma trilha sonora excepcional. É, sem dúvida, um dos jogos de plataforma 2D mais clássicos da história dos videogames.

Jogos de plataforma 2D | Castlevania: Symphony of the Night

Aqui sim. Essa é a combinação definitiva entre jogos de plataforma 2D e RPG. Castlevania possui uma infinidade de jogos para as mais diversas plataformas, mas é este, do Playstation 1, que reuniu tudo o que havia de melhor nos jogos anteriores e adicionou novos elementos e um visual absolutamente perfeito.
Desenvolvido pela Konami, Castlevania: Symphony of the Night é protagonizado por Alucard, que deve enfrentar todo o tipo de demônios, zumbis e uma série de outras criaturas do submundo maligno até chegar à Drácula, na tentativa de eliminá-lo. Da mesma forma que Super Metroid, Castlevania se passa em um único ambiente – o castelo habitado pelo líder dos vampiros – e o jogador só consegue acessar determinadas áreas depois de derrotar certos inimigos e efetuar alguns upgrades no personagem principal.
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Castlevania: Symphony of the Night é o jogo de plataforma 2D mais completo e inovador da famosa franquia desenvolvida pela Konami.
Symphony of the Night é o mais bonito dos jogos da série Castlevania. E é também o mais completo e bem elaborado deles, além de ser o primeiro da série a explorar um único cenário para todo o jogo. O que poderíamos chamar de “versão anos 90 dos jogos de mundo aberto”.

Jogos de plataforma 2D | Super Mario Bros. 3

Nem Super Mario Bros, nem Super Mario World. É o terceiro jogo do encanador bigodudo, produzido para o NES em 1988, que se consagrou como o melhor de toda a franquia.
Ora, foi aqui que a Nintendo inaugurou o sistema de mapa do mundo do jogo, que permitia ao jogador escolher ou retornar para as fases que quisesse. Além disso, poder visualizar o mapa do mundo de Mario tornou o jogo muito mais interessante e abrangente, tanto que o sistema foi utilizado nas versões seguintes e se tornou marca registrada da série. Mas não é só isso. Super Mario Bros. 3 também trouxe pela primeira vez à franquia as roupas de guaxinim, de sapo, e a “Super Folha”, que mais tarde se tornaria o principal item de Super Mario World. Cada uma dessas vestimentas dava a Mario habilidades especiais, tornando o jogo muito mais dinâmico do que os seus antecessores.
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Super Mario Bros. 3 foi o primeiro da franquia a trazer um mapa do mundo com as fases, ampliando a jogabilidade de forma bastante expressiva.
Com um dos visuais mais diferentes da série (mas respeitando o cânone original), Super Mario Bros 3 é um jogo feito com muito esmero, e é perceptível a paixão dos desenvolvedores durante a produção do game que finalmente transformou Mario em um jogo de plataforma 2D de gente grande.

Jogos de plataforma 2D | A trilogia Donkey Kong Country

Gráficos nunca antes vistos na era 16 bits, uma trilha sonora merecedora de todos os prêmios existentes para a categoria, jogabilidade perfeita, desenho de produção impecável e o retorno de um antigo vilão que se tornava o maior dos protagonistas de jogos de plataforma 2D da história.
A trilogia Donkey Kong Country aparece completa em primeiro lugar porque, embora o primeiro jogo seja o preferido de muitos, cada um dos 3 é absolutamente incrível. É o ápice do que se pode fazer com o gênero. Tanto que serve de referência até hoje para grandes desenvolvedores, sendo responsável pela inspiração do renomado Michel Ansel na criação do genial Rayman Origins.
A Rare, produtora e desenvolvedora dos 3 jogos, trouxe para o desenvolvimento de Donkey Kong Country tudo o que havia de melhor na série Super Mario Bros e elevou tudo à um novo patamar. A animação dos personagens, a textura criada para os cenários, o desenho de produção das fases, tudo foi feito com um esmero poucas vezes visto na indústria de games da época.
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O primeiro Donkey Kong Country. Os dois jogos seguintes ampliaram o mapa consideravelmente e exploraram ainda mais a capacidade gráfica do SNES.
E a trama? Bem, nada mais perfeito do que colocar um macaco e seus amigos atrás do vilão que decidiu roubar suas bananas enquanto dormiam. Simples assim, como todo bom jogo de plataforma foi, é, e sempre será. Porque, diante da atual indústria, com seus games épicos e absolutamente perfeitos (e que são excepcionais, é claro), é nos jogos de plataforma 2D que os atuais desenvolvedores colocam toda a sua paixão ao homenagear os games que os ajudaram e influenciaram a criar as obras primas que podemos jogar hoje em dia nas nossas casas.
Numa era em que a terceira dimensão rege a produção de games, os jogos de plataforma que permanecem na segunda continuam a cativar gerações de gamers pelo mundo.
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