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BRZ 2047 – Capítulo VI: O contra-ataque

BRZ-2047

São Paulo/SP – 14 de janeiro de 2047

- Mas… Como não vi? – pensou Alex sobre a fuga de Remington. Pudera, totalmente cego pelo desejo de vingança, não viria nada que não fosse o rosto de Sütter todo arrebentado depois de uma boa surra. Jovem, com apenas 13 anos, o menino meio alien/meio humano não sabia de uma regra de batalha: jamais dê as costas ao seu inimigo.
Enquanto Alex analisava a fuga, um forte chute o atingiu na nuca, fazendo com que o garoto voasse na parede com uma força que chegou a quebrar parte da estrutura de tijolos. Era Sütter, recuperado de um leve desmaio, mas ainda bastante debilitado, aproveitando um momento de distração para contra-atacar. Afinal, um vampiro não é derrotado sem que sua cabeça seja decepada.
Ainda esvaindo em sangue e com um buraco no estômago que lhe diminuía a velocidade e capacidade para luta, o Major viu ali a oportunidade para acabar com o pequeno monstro. Logo em seguida ao golpe, partiu para cima de Alex, recém caído no chão, e aproveitou para espancá-lo. Socos alternados, sem muita velocidade, mas suficientes para imobilizar A2.
Sütter sabia que se desse trégua, poderia ser seu fim. Tratou de pegar o garoto pelo colarinho e alçar vôo até o alto teto do salão.
- Morra, monstrinho! – disse o vampiro, antes de largar Alex, que não conseguia reagir, tamanha força dos golpes recebidos (ainda era só um menino). A queda de metros de altura fez com que o garoto caísse com muita força no chão, ficando quase imóvel.
Uma voz eletrônica anunciava: “Atenção! Sistema de emergência presidencial ativada. O prédio será autodestruído em 5 minutos. Repetindo. O prédio será autodestruído em 5 minutos”.
- Espera lá… O sistema de emergência do QG presidencial só pode ser ativado da sala de proteção máxima… Como Remington chegou tão rápido lá? – pensou Sütter. Por ter lutado a favor do Brazil contra o Sul, ele sabia de alguns segredos de segurança, como a sala de proteção máxima, uma construção subterrânea feita de diamante, localizada abaixo de uma chácara humilde, em Recife/PE. – Em menos de uma hora ele chegou lá? Como? Será que não ouvimos um helicóptero levantar vôo? – questionou em pensamento.
O tempo para pensar era curto. Sütter ao menos sabia que Alex não seria mais um problema, já que explodiria junto com o QG. Do lado de fora, o alarme sonoro do QG não podia ser ouvido e todo indício da invasão do vampiro, desde o começo, foi contornada pelo sistema de ofuscamento de evidências do próprio prédio, para não criar suspeitas, curiosidades e pânico na população, no que se refere às questões presidenciais.
O tempo estava acabando. As portas e janelas haviam sido seladas por proteções de metal, para que os ruídos não se dissipassem afora do QG. Não havia saídas disponíveis. Apenas algo muito forte ou corrosivo podia ajudar. Algo como… Alex?
-Esta é uma série de ficção e nada do que foi escrito aqui condiz e/ou foi baseado em fatos reais ou opinião se seus autores. A obra é de direito restrito do site Sintonia Magazine e sua reprodução é regrada à prévia autorização de seus criadores-
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